(...) E eu tento sempre compreender, mas a desculpa é quase sempre esfarrapada e nem sequer é legitima.
É como se fosse uma arca que tenho que carregar ás costas cheia de "como" e "porquês".
A imaginação para escrever sobre ti e para ti torna-se aos poucos, escassa. Estou cansada que nunca percebas o que quero deixar cair nas entrelinhas. Desmotiva-me e em certa parte, assusta-me. Todavia, vou continuar, à espera que um dia todas as tuas duvidas se tornem em certezas.
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